Minas Gerais — o maior produtor de arábica
Minas Gerais responde por cerca de metade do café do Brasil e é o coração do arábica. Destacam-se o Sul de Minas, o Cerrado Mineiro, as Matas de Minas e a região de Chapadão. Cidades como Guaxupé, Varginha, Patrocínio e Machado têm cotação própria. Acompanhe a cotação do café arábica em Minas Gerais.
São Paulo — a tradicional Mogiana
O estado de São Paulo tem na Alta Mogiana, em torno de Franca, uma das regiões mais tradicionais do arábica brasileiro, conhecida pela qualidade de bebida. Veja a cotação do café em São Paulo.
Espírito Santo — líder em conilon
O Espírito Santo é o maior produtor de conilon (robusta) do país, com forte presença na região de Vitória. O estado também produz arábica nas montanhas. Acompanhe a cotação do conilon no Espírito Santo.
Bahia — arábica e conilon
A Bahia é versátil: produz arábica no Oeste (Cerrado Baiano) e na Chapada Diamantina, e conilon no extremo sul. Veja a cotação do arábica na Bahia e a cotação do conilon na Bahia.
Rondônia e a Amazônia — conilon em expansão
Rondônia se tornou o segundo maior produtor de conilon do Brasil — e o 5º na produção total, o maior da Região Norte —, com café cultivado em sistemas mais tecnificados e sustentáveis na Amazônia. O estado ganhou reconhecimento com a indicação geográfica "Robustas Amazônicos". São Miguel do Guaporé lidera a produção estadual, seguido por Cacoal (a "Capital do Café" de RO) e Rolim de Moura. Veja a cotação do robusta em Rondônia e, por cidade, em Cacoal, Rolim de Moura e São Miguel do Guaporé. No Amazonas, o polo de Apuí produz robusta agroflorestal — acompanhe a cotação no Amazonas.
Paraná — o berço do Norte Pioneiro
O Paraná já foi o maior produtor de café do Brasil e hoje concentra lavouras de arábica no norte do estado, com destaque para o Norte Pioneiro (Jacarezinho, Carlópolis, Ribeirão Claro, Tomazina), que tem indicação geográfica própria. Veja a cotação do arábica no Paraná.
Rio de Janeiro — Noroeste Fluminense e Serra
No estado do Rio, o café arábica se concentra no Noroeste Fluminense — Varre-Sai, o maior produtor fluminense, e Porciúncula — e na Região Serrana (Bom Jardim, Duas Barras), com cafés de altitude. Acompanhe a cotação do arábica no Rio de Janeiro.
Goiás e Mato Grosso — o café do cerrado e da Amazônia
Goiás produz arábica irrigado de alta produtividade no cerrado (Cristalina, Ipameri, Catalão, Rio Verde e Jataí) — veja a cotação em Goiás. Já Mato Grosso cultiva robusta/conilon no noroeste do estado (Juína, Aripuanã, Colniza) — acompanhe a cotação em Mato Grosso.
Outros estados
O sul de Pernambuco e outros polos menores também produzem café. Juntos, esses estados fazem do Brasil um fornecedor diversificado, capaz de abastecer tanto o mercado interno quanto as exportações — tema que detalhamos em quem compra o café do Brasil.


